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Tatuagens de 2500 anos demonstram elevado nível de detalhes

A múmia "Princesa Ukok", descoberta há duas décadas em uma montanha siberiana, tem de cerca de 2500 anos. O gelo manteve seu corpo muito bem preservado durante este tempo – incluindo as tatuagens que o adornam, classificadas entre as mais belas e complexas que os arqueólogos já encontraram.

"Tatuagens mais antigas dos que as dela já foram registradas, como as do Homem de Gelo, nos Alpes", disse a pesquisadora Natalia Polosmak. “Contudo, elas só apresentavam linhas, e não as imagens de elevado detalhismo que podemos admirar nos corpos dos Pazyryks", a tribo nômade à qual a princesa provavelmente pertenceu."É um nível extraordinário de arte, incrível", acrescenta.

Um dos mais impressionantes fatos sobre a arte no corpo mumificado é sua aparente modernidade que, como lembra Polosmak, não é uma coincidência vazia. As múmias descobertas com apenas uma tatuagem comumente exibiam-na sobre o ombro esquerdo, um lugar de destaque e visibilidade.

"O corpo permanece o mesmo ao longo dos anos", diz a pesquisadora. "Hoje, quando o indivíduo idealiza uma tatuagem para o seu corpo, fica consideravelmente mais perto de seus antepassados do que pode imaginar".

A múmia da Princesa Ukok foi brevemente instalada em Moscou, pela mesma equipe que preservou o corpo de Vladimir Lênin. Todavia, na maior parte de seus dezenove anos de descoberta, foi alojada em uma instalação em Novosibirsk. Agora ela está indo para “casa”. Seu corpo será mantido em um mausoléu no Museu Republicano Nacional de Gorno-Altaisk, e estará em um sarcófago de vidro à disposição de visitas.

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